Labtrans

PUBLICAÇÕES POR TIPO

Transporte Rodoviário

  1. Diretrizes Ambientais da Agencia Nacional de Transportes Terrestres – ANTT (Módulo 1, anexo do relatório final). ANTT, 2004.
  2. SGA/ANTT: Aplicação dos princípios da série ISO14000 ao caso da ANTT. ANTT, 2004.
  3. Elaboração de Estudos Complementares das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países da América do Sul, Visando à Harmonização Legislativa no Âmbito do ATIT e da CAN – Relatório de Harmonização Legislativa entre o ATIT e as Normas de Transporte Terrestre da CAN. (versão português). ANTT, 2020.
  4. Elaboración de Estudios Complementarios de las Normas de Transporte Internacional por Carretera de Cargas y Pasajeros em los Países Sudamericanos, con vista a la Armonización Legislativa em el Marco del ATIT y de la CAN – Informe de Armonización Legislativa entre el ATIT y las Normas de Transporte Terrestre de la CAN. (versão espanhol). ANTT, 2020.
  5. Elaboração de Estudos Complementares das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países da América do Sul, Visando à Harmonização Legislativa no Âmbito do ATIT e da CAN – Caderno de Recomendações Sanitárias. ANTT, 2020.
  6. Elaboração de Estudos Complementares das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países da América do Sul, Visando à Harmonização Legislativa no Âmbito do ATIT e da CAN. ATUALIZAÇÃO DO RELATÓRIO DE HARMONIZAÇÃO VOLUME 3 – SEGUROS E NORMAS TÉCNICAS. ANTT, 2020
  7. Elaboração de Estudos Complementares das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países da América do Sul, Visando à Harmonização Legislativa no Âmbito do ATIT e da CAN. ATUALIZAÇÃO DO RELATÓRIO DE HARMONIZAÇÃO VOLUME 2 – AUTORIZAÇÕES, DOCUMENTOS DE TRANSPORTE E SERVIÇOS. ANTT, 2020.
  8. Elaboração de Estudos Complementares das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países da América do Sul, Visando à Harmonização Legislativa no Âmbito do ATIT e da CAN. ATUALIZAÇÃO DO RELATÓRIO DE HARMONIZAÇÃO VOLUME 1 – CONTEXTUALIZAÇÃO E METODOLOGIA. ANTT, 2020.
  9. Elaboração de Estudos Complementares das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países da América do Sul, Visando à Harmonização Legislativa no Âmbito do ATIT e da CAN. RELATÓRIO COMPARATIVO RP 1 – SURINAME. ANTT, 2020.
  10. Elaboração de Estudos Complementares das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países da América do Sul, Visando à Harmonização Legislativa no Âmbito do ATIT e da CAN. RELATÓRIO COMPARATIVO RP 2 – COLÔMBIA. ANTT, 2020.
  11. Elaboração de Estudos Complementares das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países da América do Sul, Visando à Harmonização Legislativa no Âmbito do ATIT e da CAN. RELATÓRIO COMPARATIVO RP 3 – EQUADOR. ANTT, 2020.
  12. Elaboração de Estudos Complementares das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países da América do Sul, Visando à Harmonização Legislativa no Âmbito do ATIT e da CAN. RELATÓRIO DE HARMONIZAÇÃO LEGISLATIVA ENTRE O ATIT E AS NORMAS DE TRANSPORTE TERRESTRE DA CAN. ANTT, 2020.
  13. Estudos destinados à definição do Sistema de Gestão Ambiental dos Transportes Terrestres Concedidos – Fase I: Pressupostos Filosóficos (Módulo 2, relatório final). ANTT, 2005.
  14. Estudo para Melhoria da Trafegabilidade, Segurança e Monitoramento Rodoviário da BR 101. ELETROBRAS, 2013.
  15. Levantamento, Análise e Comparação das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países que Mantêm Acordo com o Brasil. RELATÓRIO PARCIAL COMPARATIVO 4 (ARGENTINA). ANTT, 2017.
  16. Levantamento, Análise e Comparação das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países que Mantêm Acordo com o Brasil. RELATÓRIO PARCIAL COMPARATIVO 3 (PARAGUAI). ANTT, 2017.
  17. Levantamento, Análise e Comparação das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países que Mantêm Acordo com o Brasil. – RELATÓRIO PARCIAL COMPARATIVO 1 (URUGUAI). ANTT, 2017.
  18. Levantamento, Análise e Comparação das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países que Mantêm Acordo com o Brasil. RELATÓRIO PARCIAL COMPARATIVO 2 (PERU). ANTT, 2017.
  19. Levantamento, Análise e Comparação das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países que Mantêm Acordo com o Brasil. RELATÓRIO PARCIAL COMPARATIVO 5 (GUIANA FRANCESA). ANTT, 2017.
  20. Levantamento, Análise e Comparação das Normativas de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas e de Passageiros dos Países que Mantêm Acordo com o Brasil. RELATÓRIO COMPARATIVO RP 1 – SURINAME. ANTT, 2017.
  21. Concepção, implantação e monitoramento do Sistema de Gestão Ambiental – SGA e incentivo à implantação de Auditoria Ambiental nos empreendimentos rodoviários e ferroviários concedidos sob a tutela da Agencia Nacional de Transportes Terrestres – ANTT. Relatório Final. ANTT, 2005.
  22. Concepção, implantação e monitoramento do Sistema de Gestão Ambiental – SGA e incentivo à implantação de Auditoria Ambiental nos empreendimentos rodoviários e ferroviários concedidos sob a tutela da Agencia Nacional de Transportes Terrestres – ANTT. Relatório Final: Módulo 4 – Licenciamento Ambiental. ANTT, 2004.
  23. Concepção, implantação e monitoramento do Sistema de Gestão Ambiental – SGA e incentivo à implantação de Auditoria Ambiental nos empreendimentos rodoviários e ferroviários concedidos sob a tutela da Agencia Nacional de Transportes Terrestres – ANTT. Relatório de Conclusão: Módulo 5 – Procedimentos e Rotinas relativos às ações de proteção ambiental. ANTT, 2005.
  24. Concepção, implantação e monitoramento do Sistema de Gestão Ambiental – SGA e incentivo à implantação de Auditoria Ambiental nos empreendimentos rodoviários e ferroviários concedidos sob a tutela da Agencia Nacional de Transportes Terrestres – ANTT. Relatório de Conclusão: Módulo 6 – Auditoria Ambiental. ANTT, 2005.
  25. Levantamento bibliográfico, avaliação da atual situação legislativa e regulatória e diagnóstico de rotas prioritárias para o Transporte Turístico de Passageiros inclusive com potencial de exploração pelo setor privado – Produto 1. MTUR, 2021. 
  26. Levantamento bibliográfico, avaliação da atual situação legislativa e regulatória e diagnóstico de rotas prioritárias para o Transporte Turístico de Passageiros inclusive com potencial de exploração pelo setor privado. – LABTRANS/MTUR – Estudos e Pesquisas Relacionados ao Planejamento do Transporte Turístico no Brasil – Apresentação Produto 1. MTUR, 2021.
  27. Levantamento, Caracterização e Análise das Infraestruturas Existentes para o Transporte Turístico em 24 Rotas Estratégicas – Produto 3. MTUR, 2021.
  28. Levantamento de Informações in loco das Rotas Prioritárias, Diagnóstico das Infraestruturas Aeroportuária e Ferroviária, Proposta de Investimentos em Infraestrutura Viária e Desenvolvimento de Piloto para Base Georreferenciada com os Elementos de Infraestrutura das Rotas – Produto 2. MTUR, 2021.
  29. Mecanismo Automatizado de Coleta e Manutenção das Informações Ambientais do SGA/ANTT: Relatório de concepção. ANTT, 2005. 
  30. Manual de Auditoria Interna do Sistema de Gestão Ambiental da Agencia Nacional de Transportes Terrestres. ANTT, 2005.
  31. Cooperação técnica e administrativa para conceber um sistema de acompanhamento de fretes praticados no setor de transporte de cargas no Brasil. Relatório Etapa 1 – Concepção. ANTT, 2004.
  32. Cooperação técnica e administrativa para conceber um sistema de acompanhamento de fretes praticados no setor de transporte de cargas no Brasil. Relatório Etapa 2 – Desenvolvimento do Método. ANTT, 2004.
  33. Cooperação técnica e administrativa para conceber um sistema de acompanhamento de fretes praticados no setor de transporte de cargas no Brasil. Relatório Etapa 3 – Aplicação Piloto. ANTT, 2004.
  34. Cooperação técnica e administrativa para conceber um sistema de acompanhamento de fretes praticados no setor de transporte de cargas no Brasil. Relatório Etapa 4 – Diretrizes e Custos. ANTT, 2004.
  35. Cooperação técnica e administrativa para conceber um sistema de acompanhamento de fretes praticados no setor de transporte de cargas no Brasil. Relatório Executivo. ANTT, 2004.
  36. Anuário Estatístico dos Transportes Terrestres – AETT/2005. ANTT, 2005.
  37. Conceber um banco de informações técnicas de transportes terrestres, objetivando a caracterização do setor no Brasil. Produto 5: Relatório e entrega do BIT-Trans. ANTT, 2006.
  38. Conceber um banco de informações técnicas de transportes terrestres, objetivando a caracterização do setor no Brasil. Produto 6 – Relatório Final. ANTT, 2006.
  39. Identificação e mapeamento de estratégicos fluxos de carga ao longo do território nacional – Produto 1. ANTT, 2006.
  40. Caracterização dos fluxos de cargas, considerando a divisão modal, integração logística e a intermodalidade. Produto 2. ANTT, 2006.
  41. Identificação e mapeamento de estratégicos fluxos de carga ao longo do território nacional. Produto 1. ANTT, 2006.
  42. Caracterização dos fluxos de cargas, considerando a divisão modal, integração logística e a intermodalidade. Produto 2. ANTT, 2006.
  43. Relatório Corredor Mato Grosso do Sul/Paranaguá – Produto I – Relatório Final do Projeto. ANTT, 2008.
  44. Estudo da Adequação Física e Operacional do Corredor MERCOSUL (São Paulo – Uruguaiana) aos Fluxos do Transporte Regional. Relatório Final. ANTT, 2008.
  45. Estudo da Adequação Física e Operacional do Corredor MERCOSUL (São Paulo – Uruguaiana) aos Fluxos do Transporte Regional. Relatório Executivo. ANTT, 2008.
  46. Seleção dos corredores de transporte para investimentos. Produto 7. ANTT, 2006.
  47. Avaliação econômico-financeira dos corredores identificados. Produto 8. ANTT, 2007.
  48. Estudos para caracterização e aprimoramento operacional de fluxos de cargas e passageiros no transporte terrestre. Produto I.10: Relatório Final do Projeto. ANTT, 2007.
  49. Estudos para caracterização e aprimoramento operacional de fluxos de cargas e passageiros no transporte terrestre. Relatório Executivo. ANTT, 2007.
  50. Aplicação piloto e implantação dos instrumentos de apoio ao cálculo de coeficientes tarifários no transporte semiurbano de passageiros. Produto 3. ANTT, 2006.
  51. Procedimentos metodológicos para determinação da amostragem e definição das linhas representativas. Produto 4. ANTT, 2006.
  52. Pesquisa amostral dos parâmetros de desempenho operacional e de mercado. Relatório 5. ANTT, 2007.
  53. Consolidação do modelo e dos procedimentos metodológicos, análises e recomendações. Relatório 6. ANTT, 2007.
  54. Implementação do núcleo de estudos sobre acidentes de tráfego em rodovias (NEA). Dados de Boletins de Ocorrência. DNIT, 2008.
  55. Identificação dos Segmentos Críticos das Rodovias Federais de Santa Catarina. DNIT, 2008.
  56. Relatório de Avaliação das Condições de Segurança Viária. DNIT, 2008.
  57. Desenvolvimento de um Sistema de Informações Geográficas. DNIT, 2008.
  58. Desenvolvimento de um Banco de Dados Sobre Acidentes de Tráfego nas Rodovias Federais de Santa Catarina. DNIT, 2008.
  59. Implementação do Núcleo de Estudos sobre Acidentes de Tráfego em Rodovias. Relatório Executivo. DNIT, 2008.
  60. Banco de Dados de Volumes de Tráfego nas Rodovias Federais Catarinenses. DNIT, 2007.
  61. Metodologia para Tratamento de Acidentes de Tráfego em Rodovias. DNIT, 2006.
  62. Sugestões de Procedimentos Metodológicos para Definições de Locais para Instalação de Redutores Eletrônicos de Velocidade – Rev. DNIT, 2007.
  63. Avaliação do Vídeo Registro das Rodovias Federais Catarinenses. DNIT, 2007.
  64. Avaliação das Condições de Segurança Viária do km 62 da BR 470. DNIT, 2007.
  65. Avaliação das Condições de Segurança Viária do km 185 da BR 101. DNIT, 2006.
  66. Avaliação das Condições de Segurança Viária do km 630 da BR 282. DNIT, 2008.
  67. Projeto Piloto 2007: Percepção de Risco no Trânsito das Escolas Públicas Lindeiras às Rodovias Federais. DNIT, 2008.
  68. Assessoria à Elaboração do Plano Diretor do Transporte Rodoviário do Estado de Santa Catarina – PDTRISC, Estudos Socioeconômicos – Relatório Final. PROSUL, 2007.
  69. Assessoria à Elaboração do Plano Diretor do Transporte Rodoviário do Estado de Santa Catarina – PDTRISC, Visão de Futuro – Relatório Final. PROSUL, 2007.
  70. Assessoria à Elaboração do Plano Diretor do Transporte Rodoviário do Estado de Santa Catarina – PDTRISC, Sistema Intermodal de Transportes. PROSUL, sem data.
  71. SAR – Sistema de Análise de Redes – Manual do Usuário. PROSUL, sem data.
  72. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produto 2 – Listagem dos postos de contagem e seus VMD para o ano de 2006. DNT, 2008.
  73. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produto 4 – Listagem dos postos de contagem e suas composições de tráfego para o ano de 2006. DNIT, 2008.
  74. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produto 6 – Listagem das velocidades médias de operação. DNIT, 2008.
  75. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produto 7 – Apresentação dos resultados. DNIT, 2008.
  76. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produto 1 – Relatório de Análise e Concepção. DNIT, 2008.
  77. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produto 2 – Relatório de Localização dos Postos Permanentes. DNIT, 2008.
  78. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produtos 2.1 e 2.2 – Relatórios de Localização dos Postos Permanentes. DNIT, 2008.
  79. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produto 3 – Relatório de Definição das Coletas de Cobertura. DNIT, 2008.
  80. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produto 4.1 – Relatório de Coleta de Cobertura. DNIT, 2009.
  81. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produto 4.2 – Relatório de Coleta de Cobertura. DNIT, 2010.
  82. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Produto 5 – Relatório do Sistema de Cadastro. DNIT, 2008.
  83. Produto 6 – Relatório Anual de Monitoramento e Coleta de Tráfego / Produto 7 – Relatório Final do Projeto Trienal de Coleta de Tráfego. DNIT, 2010.
  84. Elaborar diretrizes técnicas e parâmetros operacionais para que o DNIT execute projetos de monitoramento de tráfego na malha rodoviária federal. Relatório da Contagem Rodoviária no Pólo de Pelotas. DNIT, 2008.
  85. Elaboração de um Sistema de Referência Linear para o Plano Nacional de Viação baseado em dados geográficos – SRL-PNV. DNIT, 2009.
  86. Restituidor de traçado as built de rodovias a partir de dados geográficos. DNIT, 2009.
  87. Plano Nacional de Contagem de Tráfego: Apostila sobre Contagens de Tráfego. DNIT, 2008.
  88. Plano Nacional de Contagem de Tráfego: Apostila sobre Contagens de Tráfego. DNIT, 2009.
  89. Avaliação das Metodologias de Pesagem em Movimento Existentes. DNIT, 2007.
  90. Pré-avaliação dos Equipamentos Disponíveis para Utilização nas Pesagens. DNIT, 2007.
  91. Levantamento de Sistemas de Pesagem em Movimento Existentes no Mundo. DNIT, 2007.
  92. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento. Instalação dos Equipamentos. DNIT, 2009.
  93. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento. Realização de testes em campo com as diversas tecnologias pré-selecionadas. DNIT, 2009.
  94. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento. Relatório de avaliação dos resultados obtidos. DNIT, 2009.
  95. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento. Integração de Dados para Controle Aduaneiro de Cargas. DNIT, 2009.
  96. Obras Civis – Volume 1: Projeto Básico de Execução da Pista Experimental. DNIT, 2008.
  97. Obras Civis – Volume 2: Memória Justificativa do Projeto Básico da Pista Experimental. DNIT, 2008.
  98. Obras Civis – Volume 3: Orçamento Básico da Pista Experimental. DNIT, 2008.
  99. Obras Civis – Volume 4: Projeto de Sinalização da Pista Experimental: orçamento e melhorias. DNIT, 2008.
  100. Obras Civis – Volume 5: Acompanhamento das Obras de Ampliação e Adequação da Pista Experimental. DNIT, 2008.
  101. Obras Civis – Volume 6: Abrigo dos Sistemas de coleta e Armazenamento de dados. DNIT, 2008.
  102. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento. Legislação de Pesagem. DNIT, 2009.
  103. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento. Caracterização da Frota BR101 SC-Sul Km 418/419. DNIT, 2008.
  104. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento. Modelo Geral do Experimento. DNIT, 2008.
  105. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento. Sistema MS WIM. DNIT, 2008.
  106. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento. Projeto de Instrumentação para Medição de Deformação do Pavimento. DNIT, 2008.
  107. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento Utilizados no Continente Europeu. DNIT, 2008.
  108. Identificação de Sistemas de Pesagem em Movimento. Sistemas de Pesagem em Movimento – (WIM). DNIT, sem data.
  109. Relatório Síntese Sistemas Multisensores de Pesagem em Movimento Instalados. DNIT, 2009.
  110. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Produto 1 – Metodologia para Identificação de Segmentos Críticos. DNIT, 2009.
  111. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Produto 2 – Identificação de Locais Concentradores de Acidentes. DNIT, 2009.
  112. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Produto 3 – Relatório de Identificação e Priorização de Segmentos Críticos. DNIT, 2009.
  113. Produto 4 – Final da Fase 1: Identificação e Proposição de Melhorias em Segmentos Críticos da Malha Rodoviária Federal do DNIT. DNIT, 2010.
  114. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT.  Produto 5 – Relatório de Avaliação dos Projetos das Superintendências. DNIT, 2010.
  115. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Produto 6 – Relatório do PortalWeb. DNIT, 2010.
  116. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Produto 7 – Acompanhamento dos Projetos de cada Superintendência. DNIT, 2010.
  117. Produto 8 – Final da Fase 2: Projeto Percepção de Risco no Trânsito das Escolas Públicas. DNIT, 2010.
  118. Produto 9 – Metodologia de Levantamento, Coleta e Processamento de Dados de Segurança Viária. DNIT, 2010.
  119. Produto 10 – Final da Fase 3: Metodologia e Assessoramento do Levantamento, Coleta e Processamento de Dados de Segurança Viária. DNIT, 2010.
  120. Produto 11 – Concepção do Sistema de Informação de Segurança Viária. DNIT, 2009.
  121. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Produto 12 – Relatório de Integração do Sistema. DNIT, 2009.
  122. Produto 13 – Relatório Final da Fase 4: Sistema de Informação de Segurança Viária – SGV. DNIT, 2010.
  123. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Produto 14 – Portal web Segurança Rodoviária. DNIT, 2010.
  124. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Produto 15 – Acompanhamento dos projetos de cada Superintendência. DNIT, 2010.
  125. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Produto 16 – Final da Fase 5: Informações para o Programa de Segurança Rodoviária. DNIT, 2010.
  126. Avaliação das Condições de Segurança Viária do Trecho entre Belo Horizonte e Governador Valadares – BR-381/MG. DNIT, 2010.
  127. Identificação e Priorização de Segmentos Críticos para Estudos de Intervenção. DNIT, 2010.
  128. Avaliação das Condições de Segurança Viária: BR 116/RS – km 79 a 81 – Campestre da Serra. DNIT, 2009.
  129. Produto Complementar – Avaliação das Condições de Segurança Viária do Trecho da BR-493/RJ: km 2 ao km 3 – Itaboraí. DNIT, 2011.
  130. Coleta e Análise de dados da Segurança Viária no Anel Rodoviário de Belo Horizonte/MG. DNIT, 2010.
  131. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Instrução de Plano de Trabalho para Implantação de Sinalização Rodoviária. DNIT, 2010.
  132. Elaboração de ações preventivas e corretivas de segurança rodoviária, por meio de identificação e mapeamento dos segmentos críticos da malha viária do DNIT. Produto Complementar – Método Homologado de Identificação e Priorização de Segmentos Críticos. DNIT, 2010.
  133. Proposição de alterações na Legislação de Pesagem. DNIT, 2012.
  134. Metodologia de Operação de Sistemas MS-WIM. DNIT, 2012.
  135. Acompanhamento da Instalação e Calibração dos Sistemas. DNIT, 2011.
  136. Análise das Áreas de Atuação da Coordenadoria Geral de Operações Rodoviárias – CGPERT. DNIT, 2011.
  137. Caracterização da Frota na BR101Sul km 418. DNIT, 2012.
  138. Intervenções para Restauração do Pavimento junto aos Sensores de Pesagem em Movimento. DNIT, 2012.
  139. Apostila de Treinamento SGV – Sistema Georreferenciado de Informações Viárias. DNIT, 2012.
  140. Produto Final 1B – Identificação das Interseções entre Rodovias Federais no Estado de Santa Catarina. DNIT, 2012.
  141. Produto 2 – Zona de Influência das Interseções entre Rodovias Federais de SC de acordo com características geométricas. DNIT, 2012.
  142. Produto Final 3B – Caracterização das Interseções Conforme sua Geometria, Uso do Solo e Padrão dos Acidentes Ocorridos. DNIT, 2012.
  143. Produto Final 4B – Identificação das interseções críticas entre rodovias federais de Santa Catarina. DNIT, 2012.
  144. Produto Final 5 – Proposição de melhorias das condições de segurança viária em interseções entre rodovias federais críticas em Santa Catarina. DNIT, 2012.
  145. Estudos para Proposição de Melhorias das Condições da Segurança Viária da Malha Viária Federal sob Jurisdição do DNIT. Produto Final 6B – Apresentação de novas funcionalidades (mapas e consultas). DNIT, 2012.
  146. Estudos para Proposição de Melhorias das Condições da Segurança Viária da Malha Viária Federal sob Jurisdição do DNIT. Produto Final 7B – Acompanhamento das Atividades de Manutenção e Assistência Técnica. DNIT, 2012.
  147. Estudos para Proposição de Melhorias das Condições da Segurança Viária da Malha Viária Federal sob Jurisdição do DNIT. Produto 8 – Elaboração do Manual. DNIT, 2011.
  148. Estudos para Proposição de Melhorias das Condições da Segurança Viária da Malha Viária Federal sob Jurisdição do DNIT. Produto Final 9B – Treinamento On-Line. DNIT, 2012.
  149. Produto Final 10 – Acompanhamento “Projeto Percepção de Risco no Trânsito”. DNIT, 2012.
  150. Catálogo de Soluções Referencial para Implantação de Sinalização. DNIT, 2012.
  151. Novas Tecnologias de Sinalização Rodoviária. DNIT, 2011.
  152. Objeto 01 – Pesagem em Movimento e Análise do Pavimento – Relatório Executivo. ANTT, 2018
  153. Modelo de Operação e Anteprojeto de PIAF. ANTT, 2014.
  154. Anteprojetos dos PPVs: Operacionalmente Efetivos. ANTT, 2014.
  155. Validação dos Postos de Pesagem Constantes no Edital 162/2011-00. ANTT, 2013
  156. Sistema de Avaliação da Qualidade dos Dados WIM. ANTT, 2015
  157. Proposição de Regulamentação de WIM para Fiscalização Direta de Peso. ANTT, 2017
  158. Documentos Técnicos: Projetos e Avaliações da Pista Experimental. ANTT, 2015
  159. Documentos Técnicos: Projetos e Avaliações da Reestruturação da Pista Experimental para Sistemas de Fiscalização Direta WIM. ANTT, 2018
  160. Programa Brasileiro de Prevenção à Prática de Sobrepeso. ANTT, 2015
  161. Documentos Técnicos: Estudo do Comportamento e da Deterioração do Pavimento. ANTT, 2017
  162. Metodologia para Projeto, Construção e Implementação da Estação Integrada. ANTT, 2015
  163. Operação e Avaliação de Sistemas da Estação Integrada. ANTT, 2017
  164. Diretrizes para Revisão de Normas do DNIT sobre Pavimentos Asfálticos e Concreto de Cimento. ANTT, 2018
  165. Documentos Técnicos sobre Variáveis de Análise dos Pavimentos Asfálticos e Semirrígidos. ANTT, 2017
  166. Análise do impacto financeiro das propostas de peso por eixo da ANFAVEA e do MERCOSUL utilizando Modelo HDM-4. ANTT, 2014
  167. Análise, identificação e avaliação de potencias locais para instalação de Postos Integrados Automatizados de Fiscalização – PIAFs. ANTT, 2013
  168. Controle de Sobrepeso em Rodovias Brasileiras: ações e perspectivas. ANTT, 2013
  169. O Impacto da Ausência de Fiscalização de Peso e a Necessidade de Reativação da Pesagem nas Rodovias Federais. ANTT, 2016
  170. Proposta de Arquitetura para Postos Integrados Automatizados de Fiscalização – PIAFs. ANTT, 2013
  171. Objeto 2 – Segurança Viária – Relatório Executivo. ANTT, 2017
  172. Caderno de Soluções para Determinação de Limites de Velocidade. ANTT, 2014
  173. Dimensionamento e Metodologia para Implantação e Operação dos SAUs. ANTT, 2013
  174. Requisitos para Automatização das Análises Relacionadas ao Impacto do Sobrepeso na Segurança Viária. ANTT, 2017
  175. Metodologia de Avaliação do Impacto do Excesso de Velocidade na Segurança Viária. ANTT, 2016
  176. Estudos e Pesquisas sobre o Impacto da Geometria e Sinalização na Segurança Viária. ANTT, 2013
  177. Plano de Implantação de Áreas de Descanso Junto às Rodovias Federais. ANTT, 2015
  178. Avaliação e Proposição de Atualização de Normativos do DNIT Relacionados à Segurança Viária: Sinalização e Dispositivos de Segurança. ANTT, 2017
  179. Avaliação e Proposição de Atualização de Normativos do DNIT Relacionados à Segurança Viária: Traçado, Topografia e Geometria. ANTT, 2017
  180. Metodologia para Acompanhamento do Programa BR-Legal. ANTT, 2017
  181. Objeto 2 – Segurança Viária – Apostila de Treinamento: Áreas de Descanso
  182. Avaliação das condições de segurança das obras da BR-381 no trecho entre Belo Horizonte e Governador Valadares. ANTT, 2015
  183. Revisão de Critérios para Definição de Zonas de Proibição de Ultrapassagem. ANTT, 2014
  184. Objeto 3 – Engenharia de Tráfego Rodoviário Relatório Executivo. ANTT, 2015
  185. Documentos Técnicos: Análises, Depurações e Inserção de Dados de Tráfego Coletados pelo DNIT. ANTT, 2017
  186. Documentos Técnicos de Desenvolvimento do Protótipo de Sistema de Controle de Qualidade de Dados Automatizado. ANTT, 2017
  187. Metodologia de Implementação de Protótipo de Sistema de Controle de Qualidade de Dados Automatizado. ANTT, 2016
  188. Projeto de Dimensionamento para Implementação de Sistema de Controle de Qualidade de Dados. ANTT, 2016
  189. Objeto 4 – Educação no Trânsito – Relatório Executivo. ANTT, 2016
  190. Metodologia do Projeto de Percepção de Risco no Trânsito. ANTT, 2017
  191. Regulamentação do Prêmio DNIT de Percepção de Risco no Trânsito. ANTT, 2014
  192. Campanhas e Workshops de Educação para o Trânsito. ANTT, 2014
  193. Modelo de Programa Itinerante de Educação para o Trânsito. ANTT, 2017
  194. Manual de Implantação – Projeto Percepção de Risco no Trânsito em Escolas Situadas nas Áreas de Influência às Rodovias Federais sob Jurisdição do DNIT – Guia Prático para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). ANTT, sem data.
  195. Manual de Implantação – Projeto Percepção de Risco no Trânsito em Escolas Situadas nas Áreas de Influência às Rodovias Federais sob Jurisdição do DNIT – Guia Prático para a Escola. ANTT, sem data.
  196. Objeto 5 – Gestão da Informação – Relatório Executivo. ANTT, 2017
  197. Documentos Técnicos do Sistema e Código Fonte para Novas Funcionalidades no SGV. ANTT, 2017
  198. Documentos Técnicos do Sistema para Capacitação, Suporte Técnico e Manutenção do SGV. ANTT, 2017
  199. Ferramenta Computacional para Recuperação Automatizada de Informações Geométricas e de Sinalização Viária – Restituidor as built. ANTT, 2015
  200. Apostila de Treinamento: Restituidor as built. ANTT, 2015
  201. Restituidor as buil – Manual do Usuário. ANTT, 2015
  202. Restituidor as buil – Plano de Implementação. ANTT, 2015
  203. Objeto 6 – Acesso Inteligente – Relatório Executivo. ANTT, 2015
  204. Metodologia para Pavimentação de Rodovias com Alta Densidade de Carga. ANTT, 2014
  205. Plano de Melhoria dos Corredores Logísticos para Implantação de Acesso Inteligente. ANTT, 2014
  206. Objeto 7 – Capacitação Institucional e Suporte Técnico – Relatório Executivo. ANTT, 2017
  207. Avaliação da Efetividade do Programa de Capacitação Institucional. ANTT, 2017
  208. Programa de Capacitação Institucional. ANTT, 2013
  209. Documentos Técnicos: Núcleo de Inteligência Estratégica. ANTT, 2017
  210. Documentos Técnicos: Núcleo Operacional. ANTT, 2017
  211. Relatório Executivo – Curso de Formação de Agentes da Autoridade de Trânsito. ANTT, 2018
  212. Produto 1: Relatório de levantamento e análise de acessos e interseções. ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A, 2013
  213. Produto 2: Relatório de avaliação de interferência da área urbana na rodovia. ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A, 2013
  214. Produto 3: Relatório de avaliação das condições de segurança viária. ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A, 2013
  215. Produto 4: Relatório das medidas operacionais. ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A, 2013
  216. Produto 5: Relatório de avaliação de fatores que impactam a trafegabilidade. ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A, 2013
  217. Produto 6: Relatórios da proposição de melhorias. ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A, 2014
  218. Produto 7: Relatório de desenvolvimento do sistema. ELETROBRAS TERMONUCLEAR S.A, 2014
  219. Relatório Final – Fase 1: Organização do Banco de Dados (documentação) / Fase 2: Elaboração da ferramenta inteligente de busca / Fase 3: Capacitação / Fase 4: Estudo aprofundado da documentação em meio digital. ANTT, 2016.
  220. TRI – Transporte Rodoviário Internacional: Manual do Sistema. ANTT, 2016.
  221. TRI – Transporte Rodoviário Internacional: Apostila de Treinamento – Perfil Pesquisador. ANTT, 2016.
  222. TRI – Transporte Rodoviário Internacional: Apostila de Treinamento – Perfis Mantenedor e Administrador. ANTT, 2016.
  223. TRI – Transporte Rodoviário Internacional: Apostila Teórica. ANTT, 2016.
  224. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Campos Novos. BRF – Brasil Foods, 2016.
  225. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Capinzal. BRF – Brasil Foods, 2016.
  226. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Carambeí. BRF – Brasil Foods, 2016.
  227. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Chapecó. BRF – Brasil Foods, 2016.
  228. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Concórdia. BRF – Brasil Foods, 2016.
  229. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Cuiabá. BRF – Brasil Foods, 2017.
  230. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Dois Vizinhos. BRF – Brasil Foods, 2016.
  231. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Dourados. BRF – Brasil Foods, 2017.
  232. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Duque de Caxias. BRF – Brasil Foods, 2017.
  233. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Francisco Beltrão. BRF – Brasil Foods, 2016.
  234. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Herval D’Oeste. BRF – Brasil Foods, 2016.
  235. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Itajaí. BRF – Brasil Foods, 2016.
  236. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Jundiaí. BRF – Brasil Foods, 2017.
  237. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Lageado. BRF – Brasil Foods, 2017.
  238. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Lucas do Rio Verde. BRF – Brasil Foods, 2017.
  239. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Maraú. BRF – Brasil Foods, 2017.
  240. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Mineiros. BRF – Brasil Foods, 2017.
  241. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Nova Marilândia. BRF – Brasil Foods, 2017.
  242. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Nova Mutum. BRF – Brasil Foods, 2017.
  243. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Paranaguá. BRF – Brasil Foods, 2016.
  244. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Ponta Grossa. BRF – Brasil Foods, 2016.
  245. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Ribeirão das Neves. BRF – Brasil Foods, 2016.
  246. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Rio Verde. BRF – Brasil Foods, 2017.
  247. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade São José dos Pinhais. BRF – Brasil Foods, 2016.
  248. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Toledo. BRF – Brasil Foods, 2016.
  249. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Uberlândia. BRF – Brasil Foods, 2016.
  250. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Várzea Grande. BRF – Brasil Foods, 2017.
  251. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Videira. BRF – Brasil Foods, 2016.
  252. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Vitória de Santo Antão. BRF – Brasil Foods, 2017.
  253. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Aparecida de Goiânia. BRF – Brasil Foods, 2017.
  254. Avaliação das Condições de Segurança Viária das Unidades da BRF – Unidade Arroio do Meio. BRF – Brasil Foods, 2017.
  255. Levantamento, análise e comparação das normativas de transporte rodoviário internacional de cargas e passageiros dos países que mantêm acordo com o Brasil. Relatório de Harmonização – Volume 1: Contextualização e Metodologia. ANTT, 2018.
  256. Levantamento, análise e comparação das normativas de transporte rodoviário internacional de cargas e passageiros dos países que mantêm acordo com o Brasil. Relatório de Harmonização – Volume 2: Autorizações, Documentos de Transporte e Serviços. ANTT, 2018.
  257. Levantamento, análise e comparação das normativas de transporte rodoviário internacional de cargas e passageiros dos países que mantêm acordo com o Brasil. Relatório de Harmonização – Volume 3: Seguros e Normas Técnicas. ANTT, 2018.
  258. Levantamento, análise e comparação das normativas de transporte rodoviário internacional de cargas e passageiros dos países que mantêm acordo com o Brasil. Relatório de Harmonização – Volume 4: Produtos Perigosos. ANTT, 2018.
  259. Manual de Codificação do iRAP para Classificação por Estrelas e Plano de Investimento. Pavesys Engenharia S/S LTDA, 2014.
  260. Gerenciar o Evento 7ª Conferência Internacional de Pesagem em Movimento – ICWIM7 na cidade de Foz do Iguaçu no período de 7 a 10 de novembro de 2016 (doravante denominado simplesmente “ICWIM7”).
  261. Sociedade Internacional de Pesagem em Movimento – ISWIM
  262. Relatório Final – 7ª Conferência Internacional de Pesagem em Movimento – ICWIM7 & PIARC Workshop (TC B4): Foz do Iguaçu, Brasil – 7-10 de novembro de 2016. ISWIM, sem data.
  263. Codificação de Trechos de Bogotá- Colômbia Metodologia iRAP. iRAP, 2017.
  264. Desenvolvimento de Estudo de Microssimulação de Tráfego no Município de São José/SC. Relatório de Simulação ‐ Rua Irmãos Vieira Avenida Josué di Bernardi. Prefeitura de São José, 2018.
  265. Desenvolvimento de Estudo de Microssimulação de Tráfego no Município de São José/SC. Relatório de Simulação ‐ Avenida Lédio João Martins Rua Koesa – Parte 1. Prefeitura de São José, 2018.
  266. Desenvolvimento de Estudo de Microssimulação de Tráfego no Município de São José/SC. Relatório de Simulação – Avenida Lédio João Martins Rua Koesa – Parte 2. Prefeitura de São José, 2018.
  267. Desenvolvimento de Estudo de Microssimulação de Tráfego no Município de São José/SC. Relatório Final de Simulação – São José. Prefeitura de São José, 2018.
  268. Documentos Técnicos para Implantação de Pontos de Monitoramento da Cerca Eletrônica. DETRAN/ES, 2018.
  269. Documentos Técnicos para Estabelecimento de Sistema Completo de Cerca Eletrônica. DETRAN/ES, 2018.
  270. Relatório Final – Ações: A – Identificação dos Pontos de Controle e de Monitoramento da Movimentação. DETRAN/ES, 2018.
  271. Logística do Setor de Rochas Ornamentais e das Principais Rotas de Veículos. / B – Especificação de Modelo Tecnológico e Operacional de Rede Autônoma de Coleta de Dados de Tráfego e de Transporte. / C – Elaboração de Modelo Conceitual para Observatório de Registros e Informações de Veículos. / D – Elaboração de Metodologia para Implantação do Programa Voluntário de Monitoramento Logístico de Rochas Ornamentais (PVML). / E – Desenvolvimento de Metodologia para Apoio à fiscalização e ao Policiamento Ostensivo de Trânsito Visando à Segurança Viária. DETRAN/ES, 2018.
  272. Especificação de Modelo Tecnológico Baseado em Sistema de Cerca Eletrônica. DETRAN/ES, 2018.
  273. Especificação de Modelo Operacional Incluindo a Especificação dos Locais e Análise do Pavimento. DETRAN/ES, 2018.
  274. Modelo Conceitual do Observatório de Registros e Informações de Veículos. DETRAN/ES, 2018.
  275. Regramentos para Comunicação com o Observatório de Registros e Informações de Veículos. DETRAN/ES, 2018.
  276. Modelo de Operação do Programa Voluntário de Monitoramento Logístico de Rochas Ornamentais. DETRAN/ES, 2018.
  277. Metodologia de Aplicação do Programa Voluntário de Monitoramento Logístico de Rochas Ornamentais. DETRAN/ES, 2018.
  278. Metodologia de Apoio à Fiscalização e ao Policiamento Ostensivo de Trânsito Visando à Segurança Viária. DETRAN/ES, 2018.
  279. Programa de Capacitação para Suporte às Atividades de Fiscalização. DETRAN/ES, 2018. 
  280. Treinamento iRAP: Levantamento de Dados e Codificação dos Atributos das Vias. iRAP, 2018.
  281. Treinamento iRAP: Análises e Relatórios. iRAP, 2018.
  282. Treinamento iRAP: Levantamento de Dados e Codificação dos Atributos das Vias. iRAP, 2018.
  283. Controle de Qualidade da Codificação de Vias, Análises e Plano de Investimento por meio da metodologia iRAP. iRAP, 2018.
  284. Controle de Qualidade da Codificação de Vias e das Análises e Plano de Investimento por meio da metodologia iRAP. iRAP, 2018.